• Gustavo Sette

O que vai acontecer com a empresa de Buffett quando ele morrer?


Uma colunista do Financial Times (Francine McKenna) aposta (em um excelente artigo) que a Berkshire vai ACABAR. Eu aposto o contrário: acho que não vai acabar e, possivelmente, vai MELHORAR.





Claro que com solavancos, mas pensando em longo prazo, veja o que aconteceu com a Apple 10 anos após a morte de Steve Jobs.


Nesse breve vídeo, comento que não há como comparar a sucessão de Buffett com o estereótipo dos problemas sucessórios de 90% das empresas.


Por uma série de fatores, a empresa poderá fazer uma excelente sucessão:

- família independente e sem expectativas e disputas sucessórias.

- empresa gigante, capitalizada e forte.

- time antigo, experiente, testado, rodado.

- legado inestimável em investimentos, negócios e filantropia.

- governança, processos, conselho muito experiente.

É claro que o tempo dirá e existe um fator, pouco valorizado, que pode fazer a diferença para o bem e para o mal: o acaso.


Aconteça o que acontecer, reitero que o trabalho de Buffett como fundador, o legado que ele deixa, não é comparável ao drama que vemos na maioria das empresas, com fundadores que querem controlar pessoas, processos, informações e, como se fosse possível, o futuro!



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