• Gustavo Sette

Devemos mesmo procurar a nossa paixão no trabalho?

Eu acho que não.


Há estudos, inclusive, que defendem que essa busca, se feita por todos, é NOCIVA à sociedade.


De outro lado, há o velho e explorado conceito que diz, "escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida". Me parece um conselho confuso, de difícil aplicação e também não sei se essa é a função do trabalho.


Procuro trazer um olhar que fica no meio termo: encontre algo que você faz bem, que te desafie, que faça sentido e tenha mercado. Dedique-se muito e entregue resultados. Com o tempo, você será reconhecido, valorizado e gostará cada vez mais do que faz.


Em redes como Instagram e Linkedin, vejo muita gente que tenta transmitir uma imagem de amor e perfeição em relação ao trabalho que me parece utopia, e isso pode atrapalhar os jovens que estão começando.


É o tema desse breve vídeo, que é uma das questões mais comuns no meu contato com profissionais mais jovens.




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